TUNAY RIBEIRO DE CARVALHO O sábado foi das mulheres na última reunião da mocidade: no dia em que eram escolhidas as sete maravilhas do mundo, elas foram maioria na reunião. Será que isso significa alguma coisa? Aí eu já não sei, mas o certo é que foi uma noite de estudos proveitosa, com a ausência do presidente Fábio, mas substituído pelo Paulo, que comandou a discussão a cerca do tema prostituição.
No texto estudado, pode-se conhecer a origem da “profissão”, e como a sociedade tratou as prostitutas ao longo do tempo. Na antiguidade, elas eram em geral, mulheres que expulsas de suas casas e sem um local para morar iam para as casas de prostituição, onde não havia outra escolha senão vender o próprio corpo. O preconceito, como hoje, era exacerbado, inclusive por parte dos homens que se aproveitavam delas para a satisfação de seus prazeres. O tempo foi passando, a rejeição por parte da sociedade continua, mas hoje com a liberação sexual, temos uma outra modalidade de prostituição, talvez ainda mais perigosa: mulheres e homens, movidos por interesses meramente materiais, se entregam a um matiz de parceiros em relacionamentos teoricamente estáveis, com o apoio dos próprios pais, mas que na verdade não passa de uma forma moderna de prevaricação. O Espiritismo nos diz que devemos respeito a todas as criaturas, mas as pessoas que se enveredam pelo caminho da prostituição, irão passar pelo crivo da balança divina e terão que responder pelo mal uso do corpo que a justiça divina as confiou com o intuito de se melhorarem, e as mesmas se serviram dele para a luxúria.
E na próxima semana, vocês irão ficar sabendo através do blog, com fotos e vídeos, como está sendo a minha viagem e a do Francisco, até Cajazeiras PB. Até a próxima!