A simplicidade que "salva"
A edição de ontem, dia 11, do Fantástico da Rede Globo, trouxe uma matéria interessante que têm tudo a ver com renúncia. A reportagem fala sobre um movimento que iniciou na internet e está ganhando força em todo o Brasil: a “Simplicidade Voluntária”. Nela, pessoas que tinham todas as mordomias materiais, como casa e carro, e passam a viver em casas pequenas e andar de ônibus. Num dos casos, um empresário deixou a sua mansão para viver em um quarto de apenas 14 metros, com mais duas pessoas. E você, teria tanto desapego?
Na Bíblia, é possível encontrar histórias parecidas. No evangelho de Lucas, cap 19, temos a passagem em que Jesus vai até a Casa de Zaqueu, chefe dos Publicanos, odiado pela população. Mas a certa altura da conversa acontece o inesperado: “Entretanto, Zaqueu, pondo-se diante do Senhor, lhe disse: Senhor, dou a metade dos meus bens aos pobres e, se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo-o com quatro tantos. Ao que Jesus lhe disse: Esta casa recebeu hoje a salvação, porque também este é filho de Abraão; visto que o Filho do Homem veio para procurar e salvar o que estava perdido”; Em outras passagens bíblicas, Jesus interpelado por algumas pessoas, sobre como alcançar o reino dos céus, recomenda que eles doassem aos pobres,todos os bens materiais e o seguisse. Muitos é claro não o fizeram; O Apóstolo Paulo, também é um grande exemplo de renúncia: veemente perseguidor do Cristianismo, após o seu encontro com o mestre na entrada de Damasco, ele abandona os seus princípios e facilidades, para viver os dissabores da perseguição e da calúnia, na divulgação do Evangelho; Francisco de Assis, até então jovem rico, deixa par trás as posses, e passa a viver em completa miséria material, tudo para se dedicar no amor ao próximo e a Deus; Alan Kardec, até então renomado pesquisador, deixa de lado o status, para conviver com as críticas e injúrias após o lançamento do Espiritismo; Bezerra de Menezes, conceituado médico, ao não cobrar pelas consultas, renúncia a fartura terrena, para ajudar os semelhantes.
Mas não precisamos ser tão radicais como os seguidores do “Simplicidade Voluntária”, e muito menos como Francisco De Assis, que era um espírito em um grau de elevação muito alta. Basta deixar de lado a preguiça e visitar, mais os carentes; abandonar o egoísmo e ouvir mais as pessoas; e nos esforçar constantemente para sermos menos rudes com familiares, amigos, funcionários, clientes... E se lembrar, que para sermos verdadeiros cristãos, não precisamos ter na cabeça uma auréola de santidade, e sim ter no coração, um pouco de boa vontade.
Na Bíblia, é possível encontrar histórias parecidas. No evangelho de Lucas, cap 19, temos a passagem em que Jesus vai até a Casa de Zaqueu, chefe dos Publicanos, odiado pela população. Mas a certa altura da conversa acontece o inesperado: “Entretanto, Zaqueu, pondo-se diante do Senhor, lhe disse: Senhor, dou a metade dos meus bens aos pobres e, se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo-o com quatro tantos. Ao que Jesus lhe disse: Esta casa recebeu hoje a salvação, porque também este é filho de Abraão; visto que o Filho do Homem veio para procurar e salvar o que estava perdido”; Em outras passagens bíblicas, Jesus interpelado por algumas pessoas, sobre como alcançar o reino dos céus, recomenda que eles doassem aos pobres,todos os bens materiais e o seguisse. Muitos é claro não o fizeram; O Apóstolo Paulo, também é um grande exemplo de renúncia: veemente perseguidor do Cristianismo, após o seu encontro com o mestre na entrada de Damasco, ele abandona os seus princípios e facilidades, para viver os dissabores da perseguição e da calúnia, na divulgação do Evangelho; Francisco de Assis, até então jovem rico, deixa par trás as posses, e passa a viver em completa miséria material, tudo para se dedicar no amor ao próximo e a Deus; Alan Kardec, até então renomado pesquisador, deixa de lado o status, para conviver com as críticas e injúrias após o lançamento do Espiritismo; Bezerra de Menezes, conceituado médico, ao não cobrar pelas consultas, renúncia a fartura terrena, para ajudar os semelhantes.
Mas não precisamos ser tão radicais como os seguidores do “Simplicidade Voluntária”, e muito menos como Francisco De Assis, que era um espírito em um grau de elevação muito alta. Basta deixar de lado a preguiça e visitar, mais os carentes; abandonar o egoísmo e ouvir mais as pessoas; e nos esforçar constantemente para sermos menos rudes com familiares, amigos, funcionários, clientes... E se lembrar, que para sermos verdadeiros cristãos, não precisamos ter na cabeça uma auréola de santidade, e sim ter no coração, um pouco de boa vontade.

<< Home